Educação em saúde sobre climatério, corpo e autocuidado com agentes comunitárias de saúde do município de Caxias do Sul: experiência do PET-Saúde Equidade

Educação em saúde sobre climatério, corpo e autocuidado com agentes comunitárias de saúde do município de Caxias do Sul: experiência do PET-Saúde Equidade

Autor(es): Laura Lobe Borges , Bruna Alessandra de Lima, Laura Lobe Borges, Karina Giane Mendes, Melissa Schwanz, Janini Cristina Paiz, Suzete Marchetto Claus,
Orientador:
Quantidade de visulizações: 6

Título: Educação em saúde sobre climatério, corpo e autocuidado com agentes comunitárias de saúde do município de Caxias do Sul: experiência do PET-Saúde Equidade Autores: Bruna A. de Lima, Laura L. Borges A atuação das Agentes Comunitárias de Saúde (ACS) na Atenção Primária à Saúde é fundamental para articular o vínculo entre o serviço e a comunidade, exigindo um olhar atento às necessidades biopsicossociais dessas trabalhadoras que cuidam da população. Diante disso, a transição hormonal do climatério e da menopausa motivou o desenvolvimento de uma ação extensionista voltada especificamente para esse público majoritariamente feminino. O objetivo desta atividade foi relatar a experiência de uma ação de educação em saúde direcionada ao autocuidado e à percepção corporal de agentes comunitárias de saúde durante o climatério. A atividade ocorreu no município de Caxias do Sul por meio do programa PET-Saúde Equidade, compreendendo intervenções estruturadas no formato de oficinas pedagógicas e rodas de conversa ao longo dos meses de novembro e dezembro de 2025. As intervenções ocorreram por meio de oficinas pedagógicas, apresentações dialogadas e rodas de conversa conduzidas por estudantes universitários, promovendo espaços de escuta qualificada, acolhimento e troca de experiências. Foram abordadas as mudanças hormonais do climatério, seus impactos na saúde mental e cardiovascular, bem como estratégias de promoção da saúde. Também foram realizadas discussões sobre alimentação saudável, atividade física, manejo do estresse e autocuidado, além da distribuição de materiais educativos contendo orientações sobre hábitos saudáveis. Entre as práticas desenvolvidas destacaram-se a meditação do chocolate baseada em atenção plena, exercícios de ginástica laboral e momentos coletivos de convivência, favorecendo a reflexão sobre o cuidado de si. As participantes relataram identificação com os temas abordados, fortalecimento de estratégias de cuidado possíveis no cotidiano e valorização dos espaços de compartilhamento. Os resultados evidenciaram elevada receptividade às atividades, proporcionando um ambiente seguro para a desmistificação e apropriação do próprio corpo pelas agentes. Além de contribuir para a saúde da trabalhadora sob a perspectiva da equidade de gênero, a ação instrumentalizou as ACS como multiplicadoras de conhecimento em suas práticas profissionais. Conclui-se que a experiência reforça a importância da extensão universitária e do PET-Saúde na integração ensino-serviço-comunidade, promovendo impactos formativos para os acadêmicos e contribuindo para o fortalecimento da assistência e do bem-estar comunitário. A atuação das Agentes Comunitárias de Saúde (ACS) na Atenção Primária à Saúde é fundamental para articular o vínculo entre o serviço e a comunidade, exigindo um olhar atento às necessidades biopsicossociais dessas trabalhadoras que cuidam da população. Diante disso, a transição hormonal do climatério e da menopausa motivou o desenvolvimento de uma ação extensionista voltada especificamente para esse público majoritariamente feminino. O objetivo desta atividade foi relatar a experiência de uma ação de educação em saúde direcionada ao autocuidado e à percepção corporal de agentes comunitárias de saúde durante o climatério. A atividade ocorreu no município de Caxias do Sul por meio do programa PET-Saúde Equidade, compreendendo intervenções estruturadas no formato de oficinas pedagógicas e rodas de conversa ao longo dos meses de novembro e dezembro de 2025. As intervenções ocorreram por meio de oficinas pedagógicas, apresentações dialogadas e rodas de conversa conduzidas por estudantes universitários, promovendo espaços de escuta qualificada, acolhimento e troca de experiências. Foram abordadas as mudanças hormonais do climatério, seus impactos na saúde mental e cardiovascular, bem como estratégias de promoção da saúde. Também foram realizadas discussões sobre alimentação saudável, atividade física, manejo do estresse e autocuidado, além da distribuição de materiais educativos contendo orientações sobre hábitos saudáveis. Entre as práticas desenvolvidas destacaram-se a meditação do chocolate baseada em atenção plena, exercícios de ginástica laboral e momentos coletivos de convivência, favorecendo a reflexão sobre o cuidado de si. As participantes relataram identificação com os temas abordados, fortalecimento de estratégias de cuidado possíveis no cotidiano e valorização dos espaços de compartilhamento. Os resultados evidenciaram elevada receptividade às atividades, proporcionando um ambiente seguro para a desmistificação e apropriação do próprio corpo pelas agentes. Além de contribuir para a saúde da trabalhadora sob a perspectiva da equidade de gênero, a ação instrumentalizou as ACS como multiplicadoras de conhecimento em suas práticas profissionais. Conclui-se que a experiência reforça a importância da extensão universitária e do PET-Saúde na integração ensino-serviço-comunidade, promovendo impactos formativos para os acadêmicos e contribuindo para o fortalecimento da assistência e do bem-estar comunitário. Palavras-chave: Educação em Saúde; Climatério; Agentes Comunitárias de Saúde.

Palavras-chave: Educação em Saúde, Climatério, Agentes Comunitárias de Saúde